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A história desta fotografia
01/12/2008
Tinha que gastar película - tinha diapositivos de 35mm e de médio formato, para terminar rolos! Sim, refiro-me a rolos! Ainda vale a pena usar rolos, especialmente se se quer fazer impressões de excelente qualidade. Tenho-o defendido e explicado a muitos.
Desloquei-me a muito perto de casa, a 5 minutos a pé. Descobri um excelente sítio, onde pude fazer fotografia com muita calma, no meio do trânsito intenso da cidade. Clic para aqui, clic para acolá! Pode ser surpreendente o que temos junto a casa. Basta ir com espírito de descoberta!

Questões técnicas
01/12/2008
Esta fotografia foi tirada com uma máquina de médio formato, Mamiya 7, película de diapositivo profissional Fuji Velvia (50 ISO). A exposição foi longa, de 12 segundos. Era final do dia, um dia chuvoso, com luz difusa. Usei tripé, naturalmente. Embora o diafragma estivesse muito fechado, foi suficientemente aberto para desfocar os detalhes do monte de ferros e cimento. Esta ficou assim, mas noutra escolhi focar tudo. Polarizador, sim.
Opinião crítica
01/12/2008
É uma fotografia cujo conteúdo é invulgar - junta o arrasto tradicional da água, comum em muitas fotografias de Natureza, com o artificial dos ferros e cimento. A ideia é mostrar pontos de natureza no meio da urbanidade.
Lixos urbanos que nunca vão desaparecer antes de tanta coisa que conhecemos da Natureza.
Luz perfeita e de grande contrastes, devido à película Fuji Velvia.

Onde a colocar
01/12/2008
Terá que ser um local com luz, indirecta, para chamar as belas cores e contrastes desta fotografia.
Que tal um escritório de um grupo de pessoas que trabalham em ambiente, ou em gestão de lixos urbanos?
É pelo conteúdo que, também, esta fotografia vale. Tem impacto. Serve para um local de alguém que queira ter impacto cívico e crítico na Natureza e na Urbanidade!

Dezembro 2008
Alma Lux Photographia
Música de Fabrício Cordeiro, Projecto Moustache
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