A história desta fotografia
01/07/2008
Splassshhhhhh...srsrsrsr...Splass  shhhhhh...srsrsrsrsr... Ilha do Sal, Cabo Verde. Era o final de uma viagem que inesperadamente tinha começado de barco de mercadorias, à 1h da manhã, desde a ilha até ao Mindelo. Mas essa história fica para outra capa!
Água morna. Cores magníficas. Enche-nos a paz e a felicidade dos dias, das gentes, das comidas e das músicas de Cabo Verde, em S. Vicente e em Santo Antão. Antes do avião há tempo para um mergulho e bastantes fotografias. Este famoso pontão deve ter um ego enorme, embora periclitante. Cabe em muitas fotografias de muitos turistas. Sou mais um.

Questões técnicas
01/07/2008
É uma fotografia tirada com máquina analógica, película profissional de diapositivo, Kodak VS100. É conhecida pela saturação de cor (especialmente os vermelhos) e grande contraste. À hora da exposição, com o sol alto e muita luz, não foi necessário tripé. Aliás, em viagem, o uso do tripé deve ser cauteloso, especialmente se se está a fotografar pessoas. Uma presença simples e até despercebida é importante para não afectar o meio onde se fotografa. O uso do filtro polarizador realçou os azuis turquesa das águas, também retirando os reflexos. São as cores verdadeiras, do momento!
Opinião crítica
01/07/2008
É uma quase tradicional fotografia de praia e viagens. O azul, de postal, é já muito comum nos postais (nos bem tirados!) e nos livros de viagem. Parece quase irreal, mas é muito real. Até os rios no interior do nosso país têm cores assim!
A presença da pessoa no pontão é fundamental para ajudar na escala e realçar a forma como o pontão se vai destruindo. A regra dos terços é clara, havendo uma linha diagonal para o canto inferior esquerdo, provocada pela onda. A textura cristalina da água, com os tons amarelos, azuis e turquesa, transmite frescura!

Onde a colocar
01/07/2008
Ok, ok! Imagina-se logo numa parede de uma agência de viagens! Ou numa casa na praia onde seja sempre, sempre Verão. Onde se ouvem os miúdos a jogar à bola e a gritar. Às vezes ouve-se o mar. As pessoas à sua volta andam de chinelos, claro.
Julgo que é uma fotografia que farta o olhar, facilmente. POr isso deve-se ter cuidado onde a colocar. Pode parecer contra o meu trabalho, mas não é: julgo ser apropriada a meios daquele tipo, alusivos à praia ou a viagens, ou em que se mude a fotografia e decoração em função da estação do ano. É só uma opinião!

Julho 2008
. . . .
. . . .
. . . .
. . . .
Alma Lux Photographia
Música de Fabrício Cordeiro, Projecto Moustache
ENGLISH / PORTUGUÊS
Página anterior
Página seguinte
zOOm Magazine